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sábado, 17 de outubro de 2015

Retrospectiva: setembro

• Setembro passou rápido, muito rápido. Tão rápido que não anotei nada para comentar na retrospectiva, então o post vai ser pequeno. O fato é que foi um mês bem típico, com poucas coisas além da rotina cansativa estágio-faculdade. Quero férias, por favor.

• Li essa conversa da Sofia sobre Harry Potter e a Câmara Secreta e achei muito legal. Harry Potter é um assunto inesgotável e embora eu particularmente não pense muito fora do que é canon, é interessante ver observações de outras pessoas sobre esse universo. Além disso, adoro o formato do post, fácil de ler e de prestar atenção — se fosse em formato de podcast, sei que eu nunca ouviria… Agora eu fiquei com vontade de reler Harry Potter, óbvio (comecei a reler há uns dois anos e parei no terceiro. Preciso voltar) e de participar de um clube do livro que renda conversas como essas. Quem sabe ano que vem eu invista nisso. Quem sabe…

Em setembro:

Eu vi… o primeiro episódio de Shirokuma Cafe, um anime sobre um urso polar que tem um café e seus clientes, especialmente o panda e o pinguim. É completamente nonsense e adorável, e era tudo o que eu precisava assistir naquele momento. Não sei como a série vai conseguir se sustentar em cinquenta episódios sem se tornar repetitiva, mas pretendo assistir aos poucos.

Shirokuma Cafe(finjo que não tenho tempo para o blog, mas na verdade…)

Eu li… Diário absolutamente verdadeiro de um índio de meio expediente. É o segundo livro da lista da Rolling Stone de melhores YAs que eu leio nesse ano, sendo que eu tinha a meta de ler seis. Claramente não vou cumpri-la, né?

Eu ouvi… lançamentos! Tomei vergonha na cara e tentei ficar por dentro das novidades do momento. Ouvi o 1989 do Ryan Adams, o novo do Beirut e o primeiro álbum da Halsey, que está sendo muito comentada. Não tenho grandes considerações para fazer porque o que acho de música varia muito com o meu humor.

Eu escrevi… vários rascunhos de resenhas no papel, mas postei menos no blog do que gostaria. Ou seja, estou cheia de resenhas atrasadas, porque tenho preguiça de pegar as minhas anotações e transformá-las na resenha propriamente dita. Mas isso vai acontecer. Algum dia no futuro, mas vai acontecer.

Eu comi… bolo. Foi meu aniversário, então teve bolo para comemorar.

Eu fui… ao cinema, três vezes. A primeira para assistir Princesa Arete, em uma mostra de anime no MIS, a segunda para ver Que horas ela volta?, que está sendo muito comentado (eu particularmente adorei, mas entendo algumas das críticas — as da esquerda, não as das patroas indignadas), e por último vi Thelma & Louise em uma mostra de garotas armadas no Cinusp (queria ter visto mais filmes dessa mostra, também passou O silêncio dos inocentes e o último Mad Max, mas não gosto de sair vários dias em seguida).

Eu comprei… chocolate. Porque não comprei mais nada de importante e sempre compro chocolate.

Eu fiz… um trabalho muito chato de Filologia. Filologia foi eleita por mim como a matéria mais chata da faculdade até agora, e ainda por cima estou fazendo com um professor chato e machistinha do nível que faz piadas sobre mulher não saber dirigir.

No blog:

A primeira resenha do mês foi de Suíte em quatro movimentos, primeiro livro da Ali Smith que leio e já terminei com vontade de ler mais dela.

• Em seguida postei a retrospectiva de agosto, ilustrada por grandes sabedorias de MasterChef.

• Postei também uma resenha curtinha e sem graça de Um gato indiscreto e outros contos, livro que li no começo do ano, demorei mais uns três meses para escrever a resenha e mais um tanto para publicá-la.

• Continuo atrasadíssima com a seção de últimos filmes que eu vi, dessa vez escrevi sobre alguns filmes que assisti em fevereiro e março… 

• A resenha para o Desafio Literário Skoob foi de Diário absolutamente verdadeiro de um índio de meio expediente.

• Por último, fiz comentários sobre MasterChef Brasil, porque não devo excluir os reality shows da lista se quero escrever sobre tudo que leio e vejo.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Retrospectiva: agosto

• Agosto foi a volta às aulas. Estou conseguindo me manter bem trabalhando e estudando ao mesmo tempo, até porque meu estágio é só de quatro horas e na universidade, perto de casa, mas meu desânimo com a faculdade em si não acabou. É curioso, porque quando converso com quem é de fora, tento defender a Letras, porque na teoria gosto muito do curso, mas quando falo com as pessoas de lá, eu sou desânimo total. Não é nem problema de decepção, de professores ruins ou de aulas chatas — claro que isso tem de monte também. É só que enjoei da rotina, cansei de ler os textos teóricos, mesmo de assuntos do meu interesse. Só tem uma aula nesse semestre que me deixa animada. Mas, naquele pessimismo-otimismo, estou melhor que muita gente, por que deve ter quem não se anima com nenhuma, né?

Jiang

• Agosto foi mês de BEDA e um monte de gente decidiu participar. O resultado foi ótimo para os leitores de blog viciados como eu. Descobri alguns blogs legais no caminho, embora continue com a resistência a alguns blogs pessoais e profissionais (ou wannabe profissionais) ao mesmo tempo, e me apeguei mais a outros que já lia há algum tempo. Eu poderia ter indicado um post de cada blog para colocar aqui, mas acabei não fazendo isso, e de qualquer jeito ia parecer meio stalker citando blogs que nunca nem comentei. Então selecionei só dois, como representação, por motivos pessoais mesmo: esse post da Anna Vitória sobre o primeiro dia de trabalho dela que de certa forma definiu o meu e esse da Ana Luísa, uma resenha de Toda luz que não podemos ver que acaba falando de cegueira e de avaliação de livros (também sou rainha das 3 estrelas). 

• Com todos os posts legais e vendo os blogs unidos, entrei naquela crise bloguística que é comum eu ter. Tipo “eu escrevo para quem?”, “qual deve ser o foco do meu blog?” e coisas assim. Porque tem dias que eu quero ser mais séria, com resenhas mais críticas, e tem outros momentos em que só quero escrever qualquer besteira que vier na minha cabeça. O resultado é que o blog não segue bem um padrão, ficando difícil para atrair potenciais leitores — o fato de eu me divulgar pouco não ajuda também. Mas eu gosto do Please, Sir, I want some more assim, com esse nominho tosco dele, imagens amadoras e sem precisar ficar me podando para agradar as pessoas. Ao mesmo tempo, tão bom receber comentários e me sentir lida, né? E, adivinha só, arranjei uma solução. A Revista Pólen estava procurando colaboradores, eu me inscrevi e fui aceita! Escrever para outra coisa além do blog vai ser bom para treinar a minha escrita e estimular a minha criatividade, e fico até orgulhosa em participar de um projeto com pessoas tão legais, muitas que eu já acompanhava faz tempo pela internet.

• A internet e a USP são um ovo (de onde veio essa expressão?), parte I: eu disse que entrei para a Pólen, né. Aí que tem mais três pessoas que fazem Letras na USP na revista, é claro, porque tem tanta gente na Letras que acaba sempre tendo um conhecido — e tem tanta gente na Letras que quando alguém invariavelmente pergunta se você conhece fulaninho, que também faz o seu curso, a resposta mais provável é não. São cerca de oitocentas pessoas por ano, sabe. Aí, um dia, estava chegando atrasada na aula de Estudos de cultura, a tal aula que eu gosto, quando sentei bem ao lado da Milena, uma das editoras da Pólen. E felizmente ela me reconheceu, porque se não eu teria passado muito tempo nervosa reunindo coragem para dizer alguma coisa. Ah, a timidez…

• A internet e a USP são um ovo, parte II: um dia depois disso, estava eu “trabalhando” lendo o site da unidade onde eu trabalho para passar o tempo sem deixar na cara que estava sem fazer nada. Eu olhava uma lista de cursos e nela tinha o nome dos estagiários de uma área. Aí eu vi o nome de um amigo meu do Neopets. Eu até desconfiava, porque: 1- uma vez falaram o sobrenome dele no trabalho 2- eu sabia que ele fazia Relações Internacionais na USP 3- os estagiários daquela área são de RI. Mas daí para ter certeza era outra história. E eu tive certeza vendo o nome completo. Eu não falo com o tal garoto há uns cinco anos, no mínimo, e nem era tãão íntima dele, então nem vou falar nada a respeito, mas é curioso: com uns treze anos,  a gente estava com uma distância de centenas de quilômetros e conversava bastante; hoje, com vinte anos, só um andar nos separa, mas não sinto que o conheço mais. Até onde eu sei, a gente ainda não se cruzou no prédio. Ainda. Se eu o ver, não vou dizer nada, mas na minha cabeça estarei tipo “oi, você é o *insira o nome de usuário aqui*, lembra de mim, a zuleika__armstrong/Marília Barros?”. Ah, o Neopets… Que grandes momentos da minha vida vivi nesse site.

• Em agosto vi várias pessoas falando em blogilates, um método para fazer pilates em casa. No começo achei engraçado, não sou muito fã dessa onda fitness, mas aí fiquei curiosa e decidi experimentar. Só consegui fazer um vídeo porque em casa é difícil ter espaço, tempo e um computador disponível ao mesmo tempo. E percebi que continuo péssima no meu condicionamento físico. Na escola, eu fazia aula de circo, que tinha vários exercícios de pilates, alongamento e coisas assim. E eu era péssima, mesmo me esforçando. Sou a pessoa que treinou dar estrela dos cinco aos dezoito anos e nunca aprendeu. Mas, em um espírito de superação que é só da boca para fora, decidi ser um pouco mais saudável. Comecei a subir e descer de escada os três andares do prédio do trabalho em vez de ir de elevador, decidi que vou voltar do trabalho a pé um dia de semana, esse tipo de coisa. E vou voltar a treinar malabarismo, para conseguir jogar com três bolinhas e ter a sensação de dever cumprido e de que com esforço a gente alcança, etc. (mas gente a meritocracia é uma falácia, treinei muito mais malabarismo que alguns colegas e era/sou muito pior que eles, socorro). E é claro que nem fiz/comprei as bolinhas de malabarismo ainda. Em resumo, meu condicionamento físico (e minhas habilidades, e tudo o que envolve exercício…):

Jacquin

• Eu estava organizando meus materiais escolares antigos quando encontrei alguns cadernos de desenho velhos. Joguei um monte de coisa fora, porque há limites para guardar os bonecos de palito ou vários desenhos iguais, mas mantive muita coisa, ri muito de algumas ideias que tive e fiquei tão nostálgica… Hoje eu quase não desenho, porque sinto que perdi minha criatividade, mas a verdade é que fiquei autocrítica demais, porque não é como se antes eu fosse uma grande artista, eu só não tinha vergonha de desenhar bichinhos fofinhos e coisas simples. Vou tentar abraçar meu estilo de arte bonitinho e ordinário, porque o que importa é se eu gosto, não se é bom. E sei que no futuro vou voltar a esses desenhos e rir muito do que eu fazia, o que é sempre bom — é para isso que escrevo um blog, para ter um misto de vergonha alheia de mim mesma(?) e nostalgia no futuro. No momento é só vergonha, mas quando a distância temporal aumentar. quem sabe…

Em agosto:

Eu vi… o primeiro episódio de Criminal minds de um DVD com os pilotos de algumas séries de brinde que estava há muito tempo — na época em que se davam DVDs de brinde — em casa. Gosto bastante da série, mas é muito raro eu ver séries procedurais(?) em ordem, eu acabo vendo os episódios aleatoriamente na televisão mesmo. Eu simplesmente não sirvo para ver série. E vendo o tal episódio eu fiquei com vontade mesmo é de assistir a terceira temporada de Hannibal, já que é a última, e fingir que eu presto para isso. Aí Hannibal seria a terceira série que eu assistiria do início ao fim (só Lost e The O.C. tiveram essa honra).

Eu (não) li… nenhum livro da minha estante. O ser humano tem mesmo belas capacidades de ser trouxa. Eu e a biblioteca, a biblioteca e eu — e a pilha de centenas de livros meus se acumulando…

Eu ouvi… CDs inteiros no meu iPod, e é ótimo perceber que embora no computador eu nunca sei o que escutar dentre as milhares de opções, eu gosto mesmo da maioria das músicas que tenho, é só estar no clima certo para ouvi-las.

Eu escrevi… a minha estreia na Revista Pólen, De caixas de lápis e vivências escolares, falando um pouco sobre detalhes e coincidências que ajudam a definir a minha identidade pela literatura.

Eu comi… comida chinesa no Chi Fu, para comemorar o aniversário da minha mãe. Eu gosto muito de comida chinesa, mas estou frustrada porque meu restaurante favorito fechou e nenhum outro tem um yakisoba parecido #classemédiasofre. Mas é bom variar os temperos (o triste é saber que não dá para voltar para o seu preferido) e o Chi Fu vale a pena. E estou esperando a Jiang, do MasterChef, abrir um restaurante, porque eu com certeza iria.

Eu fui… à Liberdade, comer no Chi Fu (dã), e aproveitei para comprar doces asiáticos. Queria ter comprado mais coisa, mas a Liberdade no fim de semana é muito cheia e odeio multidões. Só fui em uma lojinha menor e comprei dois pacotes de balas. O da esquerda é uma bala dupla de cubinhos azedos de fruta, com gosto de infância, embora eu não me lembre claramente de ter experimentado antes. O da direita é coreano, de uma bala de framboesa bem gostosa. Os dois foram aprovados, mas não viraram favoritos e não pretendo comprar de novo em um futuro breve.

037 (às vezes penso em virar blogueira de guloseimas, mas aí vejo a qualidade das fotos que tiro e desisto)

Eu comprei… três livros. Teve BookFriday na Amazon, né. E tinha vários livros por menos de dez reais, né. E os da editora Record que eu queria ler não tinham na biblioteca, né. Aí comprei mesmo sem saber muito sobre eles, vou fazer o quê? Já estavam no meu Skoob faz tempo, naquele estilo achei-a-capa-legal-então-marquei-para-ler. Se não gostar eu troco. Os livros são Colmeia, O condado de Citrus e O peculiar.

Eu fiz… cookies, com a minha receita amada de misturar os ingredientes e colocar no forno. Usar batedeira ou liquidificador é muito avançado para mim e morro de preguiça. O resultado é que acabo fazendo coisas não tão boas e mais fáceis, mas desses cookies eu gosto bastante.

E finalmente acabou! Eu não sei se alguém além de mim gosta de ler essa prolixidade toda, mas eu me divirto escrevendo, então é isso.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Retrospectiva: julho

• Julho, como mês de férias da faculdade, foi um mês que me permitiu fazer bastante coisa. Não tanto quanto eu gostaria, mas às vezes a gente idealiza demais nossa produtividade, né? Ter tempo para não fazer nada, para conversar bobagens, para jogar joguinhos bestas e assistir besteiras na TV também é importante, e às vezes é até mais legal do que fazer o que a gente pretendia. Às vezes acho que levo o entretenimento muito a sério, com meus desafios e projetos, e que isso acaba estragando a graça da coisa (mas no começo do ano eu acho os desafios e projetos muito divertidos, porque, convenhamos, a parte mais legal dessas coisas é planejá-las).

• Eu até que saí bastante de casa para passeios culturais e esse mês foi um daqueles em que me senti muito privilegiada por morar em São Paulo. Para começo de conversa, o Nobuhiro Watsuki, mangaká de Samurai X, veio ao Brasil com a sua esposa e eles deram uma palestra gratuita no Centro Cultural São Paulo. Minha irmã é bem mais fã de Samurai X do que eu, mas eu gosto também, então fui acompanhá-la. A palestra foi interessante, embora tenha focado demais em detalhes de como é criar um mangá e coisas técnicas do tipo. Foi uma experiência bem legal vê-lo falando, entender um pouquinho de japonês ao vivo e observar os diversos tipos de fã — tinha até alguns de cosplay! Além disso, teve uma mostra de filmes de ação no CCSP também, em que eu vi O castelo de Cagliostro, o primeiro filme dirigido pelo Miyazaki, e uma mostra de animação no Cinusp, em que vi When Marnie was there. Eu acho incrível como as mostras de cinema aqui são bem variadas e sempre passam coisas legais! Obrigada, São Paulo (vi também O conto da princesa Kaguya, mas no cinema comercial mesmo, para incentivar as animações e o Studio Ghibli. Considerando que o filme estreou em pouquíssimas cidades brasileiras, também devo ficar feliz por morar em SP. E sim, foi um mês bem japonês).

Totoro (minha irmã — o Totoro grande — e eu — o pequeno — indo ver o Watsuki)

• Como tive mais tempo livre, acabava lendo os posts dos blogs que sigo mais cedo na minha ronda diária pela internet e procurando outros blogs para conhecer, mas percebi que sou muito fresca com blogs literários e que cada vez mais, infelizmente para mim, o foco é em vlogs. É difícil encontrar pessoas com gostos parecidos com o meu, os blogs mais famosos focam só em lançamentos ou soam muito impessoais, com 700 colunistas diferentes… Aí segui uns blogs gringos, mas eles focam em livros que só vão chegar no Brasil daqui a muito tempo. É triste, porque eu quero encontrar mais blogs para amar, mas são poucos os que postam com frequência, com resenhas legais, que foquem mais na opinião do que na sinopse e de livros que me interessam ou talvez eu seja chata demais. Alguma sugestão? (mas em agosto provavelmente vou ficar soterrada de posts para ler por causa do BEDA, pelo menos os blogs pessoais resistem!)

• Eu disse que traria indicações de links nas retrospectivas, mas acabei não salvando nada esse mês, ops. Então peguei um post antigo do blog da Thay que fala sobre Sailor Moon, aproveitando a vibe japonesa. Eu, com o meu jeitinho crítica de ser, costumo reclamar sobre o assunto, porque o anime clássico é enrolado demais, o novo tem uma animação de qualidade duvidosa, por assim dizer, e o mangá não me conquistou. Mas aí eu penso na mensagem que a história passa e nas memórias de infância assistindo Sailor Moon e não dá para não amar.

• Antes, quando eu só estudava, não ligava muito para fins de semana. Eu tinha bastante tempo livre nos dias de semana mesmo e não me importava em ir para à escola/faculdade. Mas agora que comecei a estagiar, basicamente vivi em função dos fins de semana. Eu meio que criei uma rotina nos dias de semana, mesmo no tempo livre, e no sábado e no domingo me dou o direito de fazer o que quiser e é maravilhoso ver quanta coisa diferente dá para fazer! Pena que as aulas estão de volta e meu tempo livre vai diminuir drasticamente.

• Falando em estudos, acho que este é o semestre em que estou mais desanimada em voltar para a faculdade. O semestre anterior foi meio chato, não sei se por culpa minha ou das matérias, e, sei lá, acho que enjoei da faculdade(?). Posso tirar mais um mês de férias e voltar depois? Eu gosto bastante do que estudo, mas tem uma hora que cansa, e além disso as matérias do semestre que vai começar agora são na sua maioria entediantes. Resumindo, minha reação quando penso sobre voltar à faculdade:

Kiki

Em julho:

Eu vi… mais episódios de Shigatsu wa kimi no uso. Cada episódio que vejo gosto menos do anime. Acho que falta sutileza, e vejo todo mundo amando tanto que acho que o problema sou eu. Só sei que fiquei desanimada com animes (ao contrário do que parece nesse post, né) e quando eu acabar Shigatsu provavelmente vou voltar ao Ocidente e ver uma série mesmo — estou com muita vontade de ver My mad fat diary.

Eu li… o primeiro livro da TBR jar, Wunderkind (resenha em breve). Posso não terminar de ler os sorteados nesse ano, mas pelo menos um deles já foi!

Eu ouvi… a trilha sonora de O conto da princesa Kaguya. A música cantada fica na cabeça e não sai de jeito nenhum. Como praticamente todos os filmes do Studio Ghibli, a trilha sonora de Kaguya é fantástica — assim como o próprio filme, que foi provavelmente o melhor filme que vi no ano.

Eu escrevi… por uma tarde uma das minhas histórias. Gosto bastante de escrever, mas acabou a época de achar que eu seria uma escritora “de verdade”, lançaria livros e coisas assim. Escrever um romance é muito difícil e não tenho planejamento nenhum. Se antes queria que ficasse bom, hoje só quero que o processo de escrita seja divertido. E está sendo, quando me lembro de escrever.

Eu comi… macarons. Eu sempre achei que macarons eram doces de gente fresca e rica, que prioriza a aparência ao gosto, até que um belo dia decidi experimentar um na loja de gente fresca e rica Ladurée, porque já estava no shopping da tal da loja e por que não, né, uma vez na vida? Se é para experimentar coisa de gente rica, que seja em loja de gente rica em shopping de gente rica, em que UM macaron custa DEZ REAIS. Aí eu comi o tal do doce e… gostei. Gostei bastante. E fiquei com vontade de comer mais, mas é claro que não fui mais na loja cara, porque além de ser total fora de mão para mim, pagar dez reais por um doce do tamanho de uma bolacha é coisa que a gente só faz uma vez na vida a não ser que ganhe na loteria. Enfim, tudo isso aconteceu há um tempão, é só para dizer que paguei minha língua e que depois que minha tia me falou de uma doceria mais barata que também tem macarons gostosos, eu compro os tais docinhos quando passo por lá. Não são meus doces favoritos e ainda assim são caros demais para comprar sempre, mas são gostosos para comer de vez em quando.

Eu fui… a quatro docerias diferentes. Não era para eu falar de comida, mas como já falei dos programas culturais lá em cima, não sobrou outra coisa… Como não tem docerias boas no meu bairro, sempre aproveito quando saio para comer um doce.

Kaguya (minha expressão quando sei que vou passar por uma doceria (mentira, só queria uma desculpa para colocar esse gif aqui. Melhor personagem de Kaguya))

Eu (não) comprei… nenhum livro! Depois de ter prometido comprar no máximo um livro por mês e obviamente ter me descontrolado já no início, me acalmei um pouco nos impulsos consumistas. Mentira, na verdade não encontrei nenhuma promoção que valesse a pena mesmo. Os livros que eu mais quero atualmente ou não entram em promoção nunca ou são lançamentos, então vai demorar um pouco para o preço deles abaixar.

Eu fiz… um layout novo para o blog, finalmente! Morria de medo de mexer com HTML, mas enfrentei meu medo e descobri que mexer com o que eu quero, que é só o fundo e o título, é bem fácil. Agora vou ficar viciada em baixar fontes e procurar fundos legais? Possivelmente.

E assim acaba mais uma retrospectiva! Estou gostando bastante de escrever coisas mais pessoais (e procurar por gifs é muito divertido), mas como não tenho assunto suficiente para um post só, junto tudo na retrospectiva e fica coisa demais. Ops.

domingo, 12 de julho de 2015

Retrospectiva: maio e junho

Enquanto eu procrastinava no mês passado, tive a ideia de criar uma retrospectiva mensal, para falar de tudo o que der vontade, em um tom mais pessoal e relaxado. Não sei se vai ter todos os meses (já comecei mal, juntando dois meses em um, né). Vou escrever em tópicos, para não ter que ter coesão entre os assuntos.

• Primeiro, o motivo do sumiço em junho: fim do semestre na faculdade, um trabalho especial e no final do mês comecei um estágio. Se eu tivesse sido organizada desde o início do ano, isso não seria problema. Mas procrastinei muuuuito e aí tudo acabou caindo na minha cara no final. Me arrependi? Sim. Prometi para mim mesma que vou mudar semestre que vem? Sim. Vou mudar de fato? Provavelmente não. O fato é que sobrevivi, por enquanto minhas notas na faculdade não estão tão piores e agora estou de férias (acadêmicas).

• Dei um tablet para a minha mãe de dia das mães e cheguei a conclusão de que sou muito velha para essas tecnologias: joguei um pouco, usei a internet, mas essa coisa de usar os dedos para rolar o texto, fazendo ele passar muito rápido (não sei se deu para entender, haha), me dá um pouco de dor de cabeça. É complicado, porque não tenho smartphone e cada vez mais percebo que no futuro próximo não ter um seria como não ter um computador hoje. E já começo a me sentir excluída, com todo mundo fazendo snapchat e eu de fora, sem poder ver as besteiras que as pessoas postam (afinal, o tablet é da minha mãe, não meu).

• Na série maria-vai-com-as-outras, de tanto ouvir as pessoas falando da Taylor Swift, finalmente baixei o 1989. Já ouvi várias vezes e ainda não sei o que achei(?). Digo, eu adoro Blank Space, gosto de alguns hits, mas tem muitas músicas que não tenho opinião a respeito, ou que não saem da minha cabeça e eu não sei se eu curto ou não. De qualquer jeito, continuo não gostando muito das músicas antigas dela. E aproveitando a onda pop mainstream, baixei uns hits avulsos de outros artistas (obrigada conversor de vídeos do Youtube para MP3). Minha relação com a música pop, parodiando a própria Taylor, was never worse (pois músicas presas na minha cabeça o dia todo) but never better (porque agora ouço sem vergonha quando quiser).

taylor swift (o gato se mexendo sou eu tentando me livrar das músicas da Taylor da cabeça)

• Continuando a mostrar como sou uma pessoa influenciável, comecei a assistir MasterChef Brasil por causa dos comentários no Twitter (posto pouquíssimo no site, mas estou sempre de olho na minha timeline). Eu tinha implicância com o formato do reality quando assisti episódios de outras nacionalidades, por isso não me interessei pela versão brasileira no começo, e estava acostumada com o clima mais profissional de Top Chef, então demorei para me acostumar com a incapacidade o jeito mais amador dos competidores, mas já me apeguei ao reality (porque não vivo sem ter um reality show para acompanhar, né?). Estou pensando em fazer um post sobre ele depois que acabar a temporada porque quero dar minha opinião (que ninguém perguntou) sobre tudo. Por enquanto, só vou dizer que torço pela Jiang.

• Comecei a trocar livros pelo Skoob Plus e estou bem feliz com isso. Eu e minha irmã compramos livros demais, e me sinto muito culpada pelas pilhas de livros não lidos. Sempre tive vontade de trocar, mas tinha medo do correio, até que não aguentei mais e decidi entrar nesse mundo de trocas. Não vou sair trocando tudo, porque tem que ser um livro que eu e minha irmã já lemos, não gostamos muito e não pretendemos reler (ou que simplesmente não pretendemos ler), e esses são raros. O problema é que agora fico viciada em ver os livros que as pessoas botaram para troca (e, honestamente, tem que esperar um pouco para coisas que valem mesmo a pena. Lançamentos são solicitados rapidamente e, obviamente, quanto menos popular o autor, menos a chance de ter livros. Ou seja, Nicholas Sparks tem de monte, mas alguns livros da Companhia das Letras, por exemplo, são mais raros), mesmo sem ter crédito para solicitar, e quando vou comprar algum livro, já penso “ah, eu posso não gostar, mas aí é só botar para troca”, ou seja, meu consumismo não vai diminuir. Mas por enquanto deu tudo certo, já troquei e recebi três livros.

• Estava vendo a minha lista de livros lidos esse ano e percebi que poucas leituras foram marcantes. Dei 4 estrelas para vários livros, e 4,5 para um (eu basicamente não dou 5 estrelas para nenhum, então 4 e 4,5 são notas ótimas), mas não sinto tanto a conexão emocional que sentia quando era pequena e relia meus livros preferidos anualmente. Tenho vontade de reler alguns, mas e a culpa de abandonar os livros comprados e não lidos, a vontade de ler aquele sobre o qual todo mundo fala, e tal? Espero que seja só uma fase de desânimo porque não amei os últimos seis livros que li (dos quais só O último amigo recebeu resenha no blog, por enquanto), e que ela passe quando eu ler algum livro 4 estrelas.

• Já passamos da metade do ano e percebi que, obviamente, vou falhar em vários desafios que criei. Ainda não li nenhum livro que sorteei na TBR jar (mas li outros da estante, o que já é bom), nenhum da lista de 1001 livros (minha meta era ler 6 no ano), e como a criadora do DL do Tigre abandonou o projeto, perdi o incentivo para ficar pensando nas leituras dele. Não sou muito rígida com esse negócio de seguir metas, mas ao mesmo tempo é tão bom cumpri-las…

• Gostei bastante desse texto da Bárbara Morais (em inglês) sobre a falta de traduções de livros estrangeiros nos Estados Unidos e como a discussão de diversidade lá acaba esquecendo disso (ou pelo menos essa é a minha interpretação). Acho muito estranho como lá eles parecem quase esquecer que existe um mercado editorial fora dos países de língua anglófona. Outro dia estava lendo uma discussão em um blog de YA sobre tradução e a menina, filipina, dizia que embora entendesse a importância de traduções, ela preferia sempre ler o original (em inglês, óbvio). Fiquei um pouco triste ao constatar que muitas pessoas que comentaram o post também não eram americanas mas só liam livros em inglês. Acho engraçado que tem gente que prefere tanto ler em inglês, como se os livros tivessem uma qualidade extra, que acaba lendo mais livros traduzidos para o inglês (como os do Murakami) do que as traduções em português. É claro, nem toda a tradução brasileira é boa, mas a área está cada vez melhor, e acho legal incentivar o mercado editorial brasileiro. Tem livros, como YAs contemporâneos, que de fato prefiro ler no original, porque a fluidez da escrita, com gírias e referências a cultura pop, acaba se perdendo em outra língua, por mais bem traduzido que seja. Mas tem alguns que eu até prefiro ler em português, seja por preguiça de ler em inglês ou pela tradução ser bem feita. Como a Bárbara comentou, nós do Brasil estamos mais acostumados com livros estrangeiros. Eu cresci lendo muita tradução, e não vejo problema nisso. É claro que a gente sempre perde algo do original, mas às vezes até ganha outras coisas próprias do português (acabei me estendendo demais no comentário, hehe).

É isso. Obrigada se você leu minhas besteiras até o fim e desculpe pelo post gigante com poucas imagens. Como estou de férias, vou tentar escrever umas resenhas atrasadas para postar quando não tiver assunto. Aos poucos, o blog vai se recuperando do horror que foi junho (não sei, no entanto, se meu ritmo de leitura não vai diminuir drasticamente quando tiver aulas e estágio ao mesmo tempo. Veremos).

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

TAG: leituras de 2014

Queria fazer algum post de retrospectiva das leituras do ano passado mas não sabia como separar as categorias. Então vi esse post e decidi me inspirar nele, mas tirei algumas perguntas porque não sabia responder ou achei que não tinham a ver com o meu mundo de não-blogueira-profissional-e-que-não-lê-muitos-lançamentos. E acrescentei uma pergunta porque achei que faltou e deu vontade. Os links dos livros dão para suas respectivas resenhas (em que eu sou bem mais crítica, é verdade, mas é o meu jeitinho). A tradução das perguntas é da minha irmã. O post ficou enorme, mas juro que é rápido de ler.

Estatísticas de leitura
Número de livros lidos:
65, de acordo com essa lista. Pelo Skoob, eu li mais, porque eu coloco aqueles infantis de 20 páginas também, mas não tenho o número exato porque a meta de leitura já atualizou para 2015… De qualquer jeito, 65 foi um número maior do que nos últimos anos, então estou bem satisfeita.
Número de releituras: 6 (dos livros "grandes", reli outros infantis também)
Livros começados mas não terminados: Uma obsessão sombria, do Kenneth Oppel (comecei a ler em PDF para um trabalho e acabei desistindo. Não tenho saco para ler no computador. Mas foi uma  leitura interessante, bom para quem gosta de Frankenstein), Um gato indiscreto e outros contos, do Saki (comecei a ler numa viagem. Como leio mais romances, os contos ficam meio de lado, já que não dá vontade de ler muito em seguida. Mas esse eu vou terminar de ler, juro!), Primeiras estórias, do Guimarães Rosa (li vários contos para a faculdade, falei que ia ler inteiro, mas só li um conto além dos obrigatórios. Se eu não me animar esse ano, abandono oficialmente o livro) e My true love gave to me (comecei a ler no final de ano. Esse eu também vou terminar).

Sobre os livros
1. Melhor livro lido em 2014? (se quiser, pode separar por gênero)
Vou separar em categorias meio aleatórias mesmo porque não sei direito o que é gênero e o que não é.
Melhor infantil: A velhinha que dava nome às coisas, Cynthia Rylant
Melhor infanto-juvenil: Luna Clara & Apolo Onze, Adriana Falcão
Melhor YA: Fangirl, Rainbow Rowell 
Melhor romance(?): Ciranda de pedra, Lygia Fagundes Telles 
Melhor livro de contos: The garden party, Katherine Mansfield
Melhor clássico: A redoma de vidro, Sylvia Plath 
Melhor livro ilustrado: Raul Taburin, Sempé
Melhor graphic novel: Asterios Polyp, David Mazzuccheli

2. Livro que você estava empolgada para ler e achou que amaria mas não amou tanto assim?
Após o anoitecer, do Haruki Murakami. Gostei muito de Norwegian Wood, do mesmo autor, mas Após o anoitecer não me animou.

3. Livro mais surpreendente (no bom ou mau sentido) que leu?
We were Liars, da E. Lockhart. Gostei do fato de ter me surpreendido, mas fiquei bem brava com a surpresa em si.

4. Melhor série que começou a ler em 2014? Melhor continuação? Melhor último livro?
The raven boys, Em chamas, e não terminei nenhuma série em 2014.

5. Novo autor favorito descoberto em 2014?
Estou muito curiosa para ler mais da Lygia Fagundes Telles.

6. Melhor livro de um gênero que você normalmente não lê/está fora de sua zona de conforto?
Sandman, embora eu tenha sofrido justamente por estar fora da minha zona de conforto.

7. Melhor livro cheio de ação/empolgante/impossível de largar do ano?
Em chamas ou The maze runner.

8. Livro lido em 2014 que provavelmente será relido em 2015?
Nenhum, não releio com tão pouca distância.

9. Capa preferida de um livro lido em 2014?
Vaclav & Lena.

10. Personagem mais memorável de 2014?
Meio aleatório, mas vou citar o Isidoro de Diário da guerra do porco. Não é exatamente o mais memorável, mas me marcou mais que o comum em livros do tipo.

11. Livro mais bem escrito?
Ciranda de pedra.

12. Livro que mais te fez pensar/mudou sua vida?
A redoma de vidro definitivamente ficou comigo depois de eu ter terminado de ler, para o bem ou para o mal.

13. Livro que você não consegue acreditar que esperou até 2014 para finalmente ler?
Vou copiar as respostas da minha irmã: Luna Clara & Apolo Onze e Um barril de risadas, um vale de lágrimas. Namorei Luna Clara por anos nas livrarias e não comprei porque tinha preconceito com infanto-juvenis brasileiros. Tenho certeza de que se eu o tivesse comprado, seria um dos meus queridinhos e eu já teria relido várias vezes. Acho que Um barril de risadas também seria desses que eu releria bastante.

14. Livro que mais te chocou?
Os livros que devoraram meu pai, do Afonso Cruz, porque eu definitivamente não estava esperando aquele final em um livro infanto-juvenil.

15. OTP do ano?
Não costumo torcer para casais ficarem juntos e tal quando eles muito provavelmente vão dar certo porque não tem graça. Então vou de Blue e Adam de The raven boys. Devo ser uma das únicas que torce por eles e sei que não vai dar certo, mas é a vida.

16. Livro favorito de um autor que você já tinha lido antes?
Raul Taburin, do Sempé, e The garden party, da Katherine Mansfield.

17. Nova "paixonite" de um livro lido em 2014?
Levi, de Fangirl, porque ele é muito fofo (talvez até demais). Mas também não sou muito de me apaixonar em livros. Acho mais difícil tolerar os defeitos das pessoas em livros do que na vida real...

18. Livro que te fez sorrir/foi o mais divertido de ler?
Flipped, da Wendelin Van Draanen.

19. Livro que te fez chorar (ou quase)?
Acho que não chorei lendo Por favor, cuide da mamãe, mas é um livro bem triste.

20. Tesouro escondido do ano?
Os livros que devoraram meu pai e Flipped.

21. Livro que mais te enraiveceu (isso não significa necessariamente que você não gostou)?
Insurgente. Tris ganha o prêmio de personagem mais chata. Ou talvez o Quatro ganhe, estou na dúvida.

De olho no futuro
1. Livro que não conseguiu ler em 2014 mas que será sua prioridade em 2015?
Olha, eu tenho tanto livro que quero muito ler em casa que acabo não tendo prioridade nenhuma. Os livros dos desafios que eu participar vão ser minha prioridade.

2. O que você deseja conquistar ou fazer em sua vida literária/blogueira em 2015?
Continuar postando bastante. Em 2014 eu consegui resenhar ou comentar tudo que li e gostaria de continuar fazendo isso em 2015. Queria comprar menos livros e ler mais livros da minha estante também. Pegar muitos livros na biblioteca em 2014 me fez pensar bastante em consumismo e agora o simples fato de ter um livro tem um peso que não tinha antes. Talvez então eu passe a trocar ou vender os livros de que não gostei tanto, mas não sei ainda. E concluir a maior parte dos desafios dos quais vou participar.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Retrospectiva: Desafio Literário 2012

Copiando minha querida irmã, decidi fazer uma retrospectiva do desafio do ano passado. Então vamos lá, a minha lista ficou assim:

Janeiro - Literatura gastronômica
O clube das chocólatras, Carole Matthews

Fevereiro - Nome próprio
Penelope, Marilyn Kaye
Sr. Ardiloso Cortês, Derek Landy
Lolita, Vladimir Nabokov

Março - Serial killer
O perfume, Patrick Süskind

Abril - Escritor oriental
Não me abandone jamais, Kazuo Ishiguro
Entre assassinatos, Aravind Adiga

Maio - Fatos históricos
Meninos sem pátria, Luiz Puntel
Extremely loud & incredibly close, Jonathan Safran Foer

Junho - Viagem no tempo
Before I fall, Lauren Oliver

Julho - Prêmio Jabuti
Leite derramado, Chico Buarque

Agosto - Terror
Still waters, Emma Carlson Berne

Setembro - Mitologia
Fábulas e lendas japonesas
A cabana, William P. Young

Outubro - Graphic Novel
Fagin, o judeu, Will Eisner
Retalhos, Craig Thompson                                                     Daytripper, Fábio Moon e Gabriel Bá
Frango com ameixas, Marjane Satrapi

Novembro - Escritor africano
AvóDezanove e o segredo do soviético, Ondjaki

Dezembro - Poesia
The day before, Lisa Schroeder
Sentimento do mundo, Carlos Drummond de Andrade

Uma lista pequena, que contém exatamente metade dos livros que li ano passado. Por mais que eu não seja tão fã de ler “sob pressão”, as leituras no geral foram agradáveis e, mais importante, eu não tive que correr atrás de nenhum livro (a minha irmã fez isso por mim, mas foram só dois livros!). O resto eu tinha em casa ou baixado…

Melhores livros:
Retalhos - "Se teve um livro que eu não queria que terminasse, é esse."
Frango com ameixas - "E o jeito que a autora narra, com a mistura de humor e melancolia temperada por seus simples e estilosos desenhos, não deixa a história ser só uma história."
AvóDezanove e o segredo do soviético – "(…) o livro me envolveu e deu uma saudades da infância…"

Piores livros (não foram leituras péssimas, mas foram meio sem graça):
A cabana - "(...) a escrita é simples, a história não se desenvolve"
Still waters -  "O problema é que eu realmente não consegui engolir a premissa."
O perfume - "(...) o livro não me cativou. Admito que não estava no humor para o livro, cheio de descrições e com poucos diálogos. E quando você fica bastante tempo sem ler, acaba perdendo o ânimo…"

Boas surpresas:
Before I fall - "É desses que você não quer largar e mostra que YA não é só futilidade."
The day before - "O fato do livro ser em versos me ajudou a entrar na leitura rapiddamente."
E Frango com ameixas e AvóDezanove, pois eu não estava esperando gostar tanto quanto eu gostei.

Maior decepção:
Extremely loud & incredibly close - "A história do Oskar em si, não sei, achei mais chatinha." (eu gostei muito desse livro, mas não entrou na lista de favoritos como achei que entraria)

O que foi prejudicado por fatores externos e merecia uma leitura melhor:
O perfume, já citado anteriormente.

Mês que mais me agradou no geral:
Outubro - duas leituras apaixonantes, uma muita boa e uma boa.

Mês que amaldiçoei por não poder ler mais do que li:
Quase todos... Comparando com a lista de opções, podia ter lido muito mais (mas aí que eu realmente leria sob pressão).

No final, acabei decidindo participar do Desafio de 2013. Bom desafio a todos!